Para onde diretores e gestores de RH estão olhando quando o tema é desenvolvimento de líderes em 2026?
- Fernando Coelho
- 2 de jul.
- 3 min de leitura

O desenvolvimento de líderes nunca esteve tão em pauta dentro das organizações brasileiras quanto agora. Em 2026, com mercados mais competitivos, clientes mais exigentes e equipes cada vez mais desafiadas por mudanças rápidas, diretores e gestores de RH passaram a entender algo essencial: empresas crescem até o nível de maturidade de suas lideranças.
Um estudo inédito da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), divulgado em 2026, mostra exatamente para onde as empresas brasileiras estão direcionando seus investimentos em Treinamento & Desenvolvimento (T&D) quando o foco é liderança.
Os dados revelam que, no recorte de programas voltados para líderes, a distribuição dos investimentos em T&D está concentrada em:
54% em treinamentos comportamentais
29% em treinamentos técnicos
17% em treinamentos de compliance ou obrigatórios
Já no grupo de gerência e supervisão, a distribuição segue praticamente a mesma tendência:
51% em treinamentos comportamentais
31% em treinamentos técnicos
18% em treinamentos obrigatórios
Esses números deixam uma mensagem muito clara deque o mercado entendeu que competência técnica, sozinha, não sustenta liderança de alta performance.
O grande desafio das empresas hoje não é apenas formar gestores que saibam operar processos, analisar indicadores ou cobrar resultados. O verdadeiro desafio é desenvolver líderes capazes de mobilizar pessoas, construir cultura e conduzir times em ambientes de alta complexidade.
E quando analisamos os principais conteúdos presentes nos programas de treinamento corporativo das maiores empresas do Brasil, três competências aparecem como prioridade absoluta:
Comunicação
Cultura
Processos

Essas são hoje as três competências mais desenvolvidas em programas de T&D no Brasil.
Comunicação: a competência que sustenta a liderança
Se existe uma habilidade indispensável para qualquer líder em 2026, ela é a comunicação.
Boa parte dos problemas de performance nas empresas nasce de falhas de comunicação:
alinhamentos mal conduzidos
feedbacks inexistentes ou mal aplicados
expectativas desalinhadas
conflitos mal gerenciados
Um líder que não se comunica bem gera ruído, insegurança e retrabalho.
Por outro lado, líderes com boa comunicação conseguem:
direcionar melhor seus times
engajar pessoas
fortalecer a cultura
gerar clareza de prioridades
Comunicação deixou de ser soft skill complementar. Hoje, é uma competência estratégica.
Cultura: líderes como guardiões do jeito de ser da empresa
Cultura organizacional não é aquilo que está escrito na parede ou em um manual institucional.
Cultura é o que as pessoas fazem todos os dias.
E quem sustenta essa cultura na prática são as lideranças.
Um gestor pode fortalecer ou enfraquecer completamente a cultura de uma empresa através de suas atitudes, decisões e comportamentos.
Empresas de alta performance entenderam que líderes precisam dominar temas como:
cultura organizacional
comportamento
engajamento
segurança psicológica
experiência do colaborador
Quando a liderança não protege a cultura, a cultura enfraquece.
Processos: sem método, liderança vira improviso e apagar incêndio
Outro ponto central no desenvolvimento de gestores é a capacidade de operar com processos bem definidos.
Liderança sem processo gera:
decisões inconsistentes
retrabalho
baixa produtividade
experiências ruins para clientes e colaboradores
Os melhores gestores sabem equilibrar pessoas e processos.
Eles entendem que bons resultados não nascem apenas de esforço ou boa vontade, mas de estruturas claras, rituais gerenciais e metodologias consistentes.
Por isso, líderes precisam dominar:
indicadores
rituais de gestão
acompanhamento de performance
planos de ação
melhoria contínua
Grandes líderes não dependem de improviso. Eles trabalham com método.
Foi pensando nisso que criamos o PDG
Foi observando esse cenário e entendendo as reais dores das empresas brasileiras que o Professor Dr. Fernando Coelho, desenvolveu o PDG — Programa de Desenvolvimento de Gestores, conduzido pelo Instituto Experiência do Cliente.
O PDG foi criado para desenvolver gestores de forma prática, estratégica e aplicada à realidade de cada empresa.
Durante seis meses, conduzimos pessoalmente um processo imersivo dentro da organização, trabalhando o desenvolvimento das lideranças com ferramentas, metodologias e estratégias voltadas para resultados concretos.
O programa atua em pilares fundamentais para a evolução da liderança:
Comunicação e influência
Cultura e comportamento
Gestão de pessoas
Processos e indicadores
Feedback e desenvolvimento
Performance e resultados
Mas o grande diferencial do PDG está justamente na forma como o aprendizado acontece.
Entre cada encontro mensal, o time de gestores recebe atividades práticas e desafios reais, baseados em situações que já existem dentro da própria empresa.
Ou seja: o desenvolvimento não acontece apenas em sala.
Ele acontece no dia a dia, dentro da operação, enfrentando problemas reais e construindo soluções reais.
Esse modelo acelera significativamente o desenvolvimento das competências de liderança porque conecta teoria e prática de forma imediata.
Toda a metodologia do programa é sustentada por abordagens modernas de aprendizagem, como:
Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL)
Taxonomia de Bloom
Aprendizagem por Partes (Chunking Learning)
Isso torna o aprendizado mais profundo, aplicável e duradouro. No fim, liderança não se desenvolve apenas ouvindo conteúdo. Liderança se desenvolve praticando, errando, ajustando e evoluindo continuamente.
E é exatamente isso que o PDG entrega. Se você deseja desenvolver gestores mais preparados, estratégicos e capazes de gerar resultados sustentáveis dentro da sua empresa, conheça melhor o Programa de Desenvolvimento de Gestores.




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