
POR QUE EMPRESAS QUE NÃO USAM CLIENTE OCULTO PERDEM DINHEIRO SEM PERCEBER
há uma hora
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Vivemos um cenário em que o marketing digital atrai, desperta interesse e gera leads. Campanhas bem estruturadas, redes sociais ativas e anúncios segmentados fazem o cliente chegar até a empresa.
Mas a grande pergunta é: o que acontece quando o cliente entra em contato?
A Experiência do Cliente (Customer Experience) não começa na compra. Ela começa no primeiro clique, na primeira mensagem no WhatsApp, na primeira ligação ou visita. E, muitas vezes, é exatamente nesse ponto que as empresas perdem vendas.
Segundo a Zendesk, 60% das pessoas baseiam suas decisões de compra no nível de atendimento que esperam receber.
Ou seja, não basta ter um bom produto, preço competitivo ou uma campanha bonita. Se o atendimento falha, a jornada fica comprometida e o cliente vai embora.
O colaborador que atende o cliente é, na prática, a ponte entre o marketing e a venda. Ele representa a marca, valida a promessa feita pelo marketing e influencia diretamente a decisão de compra.
É nesse ponto que o cliente oculto ajuda os gestores e empresários a enxergar como está o atendimento e quais são as oportunidades do negócio que estão fazendo a empresa perder clientes e dinheiro.
Ainda segundo a Zendesk, 59% dos clientes afirmam que continuam alterando o seu comportamento de compra em uma empresa por dois anos, ou até mais, depois de terem uma experiência ruim.
Por isso, alguns pontos precisam estar no radar dos gestores:
Vendas que não acontecem porque o cliente não se sentiu ouvido, recebeu uma abordagem fria ou teve dúvidas que ninguém soube esclarecer no momento certo.
Cancelamentos que poderiam ter sido evitados se o cliente tivesse sido tratado com mais empatia, paciência e uma comunicação mais clara, especialmente em momentos de insatisfação ou fragilidade.
Processos que não são seguidos na prática, mesmo após treinamentos, porque o colaborador esquece, adapta do seu jeito ou não entende o real impacto daquilo na experiência do cliente.
Atendimentos sem padrão dependendo do canal, da unidade ou da pessoa que atende, fazendo o cliente sentir que cada contato é uma nova história, sem continuidade.
Retrabalho constante e custos desnecessários gerados por erros simples, falta de atenção ou falhas de comunicação interna que acabam estourando no atendimento ao cliente.
O CLIENTE OCULTO REVELA AQUILO QUE OS INDICADORES NÃO MOSTRAM
Pesquisas de satisfação e métricas como NPS são importantes, mas elas mostram apenas o que o cliente declara, não o que realmente acontece durante a jornada.
O Cliente Oculto permite enxergar:
Se o atendimento segue o padrão definido
Como o colaborador se comporta sob objeção real
Se o cliente encontra facilidade ou esforço excessivo
Se a experiência gera confiança ou frustração
Onde estão os gargalos que afastam o cliente
A ausência de Cliente Oculto compromete três pilares essenciais da Experiência do Cliente:
Esforço: Para que o cliente resolva o seu problema ou solicitação, ele precisa entrar em contato com vários números? O tempo de espera para ser atendido é rápido?
Emoção: O cliente é atendido com entusiasmo? O atendente pergunta o nome do cliente e o acolhe durante o atendimento?
Sucesso: o cliente consegue resolver o que precisa ou há barreiras (fricções) no atendimento?
Esses fatores não afetam apenas a satisfação, mas a conexão emocional com a marca. E clientes emocionalmente desconectados tendem a comprar menos, comparar mais preços e trocar facilmente de fornecedor. Quando os três pilares são bem executados, o efeito é oposto: o cliente se sente seguro, valorizado e confiante. Isso gera vínculos, aumenta a tolerância a falhas pontuais e fortalece a lealdade.
Empresas que ainda não utilizam Cliente Oculto não deixam de medir apenas o atendimento, elas deixam de enxergar onde estão perdendo dinheiro.
No Instituto Experiência do Cliente, utilizamos o Cliente Oculto como uma ferramenta estratégica para revelar falhas invisíveis, gerar dados confiáveis através de relatórios e transformar atendimento em resultado financeiro.
Fale com nosso time: www.clienteocultoiec.com.br
Por: Gesiel Torres – Instituto Experiência do Cliente
