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Às vezes o problema da experiência não está no atendimento

1 de out de 2025

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A experiência do cliente está em transformação acelerada. Segundo Simone Bervig (Grupo MakeOne) e dados da PwC e Capgemini, a inteligência artificial deixou de ser diferencial: tornou-se requisito para empresas que buscam resolver problemas de forma ágil e surpreender clientes.


O novo padrão de resolutividade se apoia em três pilares:


  1. Antecipação: identificar necessidades antes que se tornem problemas.

  2. Precisão: entregar soluções corretas na primeira interação.

  3. Memória: registrar aprendizados e interações para experiências consistentes.


Para medir esses resultados, as métricas tradicionais como NPS e CSAT continuam relevantes, mas é crucial acompanhar CES (customer effort score), tempo médio de resolução e análises qualitativas que revelam nuances da experiência em todos os pontos de contato.


Para o Professor Fernando Coelho, Diretor do Instituto Experiência do Cliente, às vezes o problema da experiência não está no atendimento.


“Tudo é experiência do cliente, às vezes o problema pode ser de entrega, logística, execução de loja. E tudo pode impactar a percepção do cliente”, afirma Fernando. 


Os consumidores esperam hiper personalização, mas muitas organizações ainda sofrem com dados fragmentados. Combinar tecnologia de ponta com interação humana é essencial para garantir eficiência e empatia simultaneamente.


Eficiência e empatia juntas são o novo requisito para crescer e se diferenciar.


Como sua empresa está se preparando para o CX do futuro?


1 de out de 2025

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